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quarta-feira, 8 de julho de 2009

Os Preparativos

Marcus Aurélius andava pelo feudo montado em seu cavalo à procura de um ferreiro quando encontrou um. O homem humilde de pele queimada pelo calor da fornalha batia com força no aço que formaria o peitoral de uma armadura enquando Marcus se aproximava.
- Olá - Disse o guerreiro desmontando de seu cavalo e indo em dirção ao ferreiro.
- Bom dia senhor, em que posso lhe ajudar? - Perguntou o ferreiro.
- Quero que faça armas para mim, o mais rapido que puder. -
- Armas diz o senhor, e de que tipo? - Perguntou o ferreiro.
- Quero uma aljava com doze flechas com as pontas de prata e uma manopla de combate, feita de aço e revestida à prata. - informou o guerreiro. E então o ferreiro disse - Mas meu senhor, não possuo a prata, deverá traze-la pra mim. - Marcus Aurélius pensou onde conseguiria prata. O mosteiro seria sua primeira parada, talvez encontrasse monges de sua ordem por lá e pudessem lhe ceder prata para as armas. Marcus quis se sertificar - Então, se lhe trouxer a prata, irá fazer as armas? - E o ferreiro respondeu - Sim senhor, por dois xelins eu farei as armas de prata para o senhor. -
- Pois bem, voltarei em breve com a prata. -

E o guerreiro saiu, montando em seu cavalo e indo ao mosteiro de São Pedro.

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Marcus chegou ao mosteiro à dez minutos e já estava conversando com um dos membros de sua ordem, o frei Ansyr, explicando-lhe a situação à qual se encotnravam e pedindo-lhe a prata. As negociações foram breves, Mascus mostrou o selo da Ordem de Marte, depois fez o comprimento da ordem e requisitou em nome de seu mentor a prata para a confecção das armas que eram necessárias para derrotar os monstros. O frei lhe cedeu algumas peças da prataria do mosteiro, mas pedia que fosse informado de todas as atividades de caça feitas pelo guerreiro sob a bandeira da Ordem de Marte. Mascus se retirou do mosteiro e voltou o mais rápido possível para o feudo, na esperança de que o ferreiro fizesse tudo antes do sol se por.

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A noite cai e as ruas do feudo estão vazias, apenas alguns soldados da milícia local transitam pelo lugar. A guarda está quase toda concentrada na frente do prédio da milícia, os guardas locais portam lanças, espadas e tochas nas mãos. Alfred Alfwine, o cavaleiro com sua capa esvoaçante se encontra no telhado do prédio, com sua espada desembanhada e pronto para o combate. A seu lado um homem é visto, ele porta uma manopla de combate, banhada a prata, roupas de couro reforçado e um arco nas mãos, preparado para ser disparado na primeira besta que cruzar seu caminho.

- Nervoso? - Pergunta Alfred.
- Não, nunca... - Responde Marcus.
- Creio que esta será uma noite longa meu caro. Devemos estar pronto para tudo que possa vir. - Disse o capitão.
- Certamente, eu estou. - Respondeu o guerreiro enquanto olhava para o muro do feudo pouco antes de se ouvir o primeiro uivo da fera.

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